ENTREVISTA COM VASCO FAÉ

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1)Pergunta do Rubens Diego: Qual foi o seu primeiro instrumento? E independente de ter sido ou não a gaita, o que te levou a tocar gaita?

O primeiro instrumento que tive contato foi um violão que meu tio achou no lixo quebrado. Ele reformou o violão e me deu aos 7 anos. Mas não cheguei a tocar até os 15 para 16 anos. A gaita eu conheci em 1987, quando comprei a minha primeira numa loja em Curitiba. Foi bem por acaso mesmo, eu sempre adorei bateria, e estava de passagem por Curitiba, quando o pessoal com quem eu tava viajando estacionou o carro em frente a uma loja de instrumentos musicais e saíram pra resolver algo, me deixando no carro sozinho. Eu percebi que tava na frente da loja e desci pra ir ver as bateras. Mas quando entro na loja vejo no balcão um treco retangular e prateado, que achei muito legal só de ver, aí não deu outra, o brother da loja me explicou que aquilo era uma gaita de chave, pra soprar e puxar... foi a primeira vez que vi uma gaita na vida, também nunca tinha ouvido falar. A partir daí comecei a treinar a menina. Claro que a minha primeira música foi Oh Suzana, kkkk.

Fico muito feliz por ter começado a tocar gaita de bend sem nenhuma influência e nem referência, apenas pela curiosidade. O que me levou a tocar-la pra valer, foi o fato de minha namorada na época, que agora é minha esposa, ter me dito numa das vezes que toquei gaita pra ela, que eu tava tocando legal, e que o som tava agradável, foi aí a primeira vez que tive a sensação que finalmente tava rolando, e que o caminho era por ali.

Jamais tive facilidade pra tocar gaita e nenhum outro instrumento, eu penava pra tocar as coisas que queria, principalmente porque naquela época não existia um professor de gaita de bend, apenas de gaita de chave. Mas eu ia pelo caminho da simplicidade e sabia me virar com uma nota só, ou duas pra não ficar tão monótono, kkkk.

2)Pergunta do Caio Kanjauscas: Você é um gaitista que toca guitarra ou um guitarrista que toca gaita? Qual é seu instrumento predileto?

Sou um músico especializado em gaita, que toca guitarra para arranjar e compor, além de tocar bateria e baixo de vez em quando por aí.

Eu vejo a predileção por um instrumento em setores. Acho que cada instrumento tem seu valor, a gente só tem que descobrir esse valor. Mas pra simplificar, eu sempre me apresento como gaitista ou simplesmente como músico.

3)O que a Irmandade do Blues representa na sua vida? Foram mais de 300 apresentações e dois discos pela Eldorado. Pode-se dizer que foi o grande início de sua carreira?

A Irmandade representa pra mim algo como minha casa, uma casa que eu ajudei a construir peça por peça, que tenho muito orgulho de dizer que moro nela. Além de ser uma importante banda nacional nesse segmento, a Irmandade representa um caminho que ajudamos a abrir há muitos anos e que ainda está aberto para nossa felicidade. É uma das bandas onde eu tenho mais espaço para me expressar e que os meus parceiros mais nobres mais respeitam. Eu nunca sonhei em ter uma banda como a Irmandade, quando me dei conta fazia parte dela. Comecei a tocar profissionalmente com 21 anos e não fazia a menor idéia de como funcionavam as coisas (não que hoje eu tenha muita... rsrsrs). Aos 16, 17 anos eu era apenas um moleque de que ficava no quarto tocando músicas do Led Zeppelin imaginando que era o compositor delas, kkkkk. Eu cheguei a participar da Jazz and Blues Big Band e da Tatud oBlues, antes de formar a Irmandade em dezembro de 1992, que por sinal não se chamava Irmandade do Blues, mas Bluedog, aí descobrimos que já tinha uma banda com esse nome e resolvemos mudar o nome quando o Edu Gomes entrou para a banda.

Depois em 94 o Fernando Loia entrou para a banda na bateria e estava completo o quarteto que gravou o CD Veneno em 1996 e Good Feelings em 2006 e mantém a mesma formação até hoje.

4)Pergunta do Bruno: Você foi o idealizador do projeto Blueseiros do Brasil, que é a maior jam session de gaitistas lançada em cd no Brasil. Como surgiu essa idéia? E como foi fazer isso se tornar realidade, gravar em estúdio e conseguir tanta divulgação a ponto de falarmos isso 10 anos após seu lançamento .

Realmente esse ano o projeto completa 10 anos em novembro quando rolou a primeira jam session gravada em estúdio no Brasil a qual eu organizei e produzi. Inicialmente era uma idéia que eu tinha desde que fui gravar no extinto estúdio Cameratti pela primeira vez, acho que em 93 ou 94, de fazer um churrasco lá e deixar a sala de gravação com tudo montado e microfonado pra galera ir fazendo um som e gravando e comendo churrasco tomando umas geladas, etc... E foi o que fizemos eu e mais 16 músicos do Blues nacional num belo domingo de 1997. Infelizmente esse material não pode ser lançado ainda.

No ano seguinte fiz uma proposta à uma casa noturna para gravarmos uma outra jam em estúdio, segundo eles, tava tudo combinado, bancariam o projeto. Fizemos tudo que era pra fazer, a única coisa que faltou foi a grana, que a casa noturna deveria ter dado. Resultado, duas jams engavetadas. O principal problema era a questão de direitos autorais. Então decidi fazer uma terceira jam, desta vez apenas com composições próprias e inéditas. A idéia de ser uma jam priorizando gaitistas foi porque a cena estava sugerindo isso. Os primeiros encontros de gaitistas estavam rolando nessa época, alguns nomes despontando, outros sendo revelados, então achei que isso viabilizaria muito o projeto, e realmente aconteceu, o Blueseiros, edição: gaitistas foi recordista de vendas no segmento de Blues no país. Não foi fácil fazer esse CD sair. Eu convidei os gaitistas para participarem e bancarmos o estúdio. Depois que terminamos de gravar, faltaram alguns detalhes, como a participação de Ulysses Cazallas, algumas vozes que precisavam ser gravadas, e a mixagem e masterização. O que consegui com o apoio do estúdio que finalizou o trabalho, o Big Jacket em Santo André. Com mais alguns apoios conseguimos montar um super encontro de gaitas em Santo André em 2000, que gerou a grana que faltava pra mandar a master pra fábrica prensar.

E depois de ser desacreditado, finalmente conseguimos ter esse CD nas mãos e lançar o Blues nacional com toda qualidade que um Blues pode ter no projeto Blueseiros do Brasil.

5)Pergunta do “GaitaLouca” adaptada: Você ficou famoso pelo apelido de Homem-Banda, por fazer ao mesmo tempo o papel de gaitista, guitarrista, cantor, percussionista e compositor. Como você desenvolveu essa idéia? E quais foram as maiores dificuldades de fazer todos levarem isso a sério? Eu imagino que logo que alguém bate o olho, pensa que é algo excêntrico, não leva a sério e aí supõem que você vá tocar mal todos os intrumentos como se fosse um número de circo. Mas aí você surpreende e toca tudo muito bem, canta bem e todos que não te conheciam saem da apresentação maravilhados e surpresos

Grato. Na realidade, eu nunca pensei em ser assim, eu gravei tudo no meu CD e o Helton da Blues'n Jazz me deu esse apelido na critica que ele fez sobre meu CD. Ele me deu esse apelido porque no meu CD eu gravo todos os intrumentos e não por causa das apresentações ao vivo. Mas o que acabou pegando é por causa das apresentações, kkkk. Eu comecei a gravar tudo porque tinha comprado um CD do Lenny Kravitz e descobri que ele fazia isso muito bem, e eu percebi que teria capacidade e condições para fazer ao meu estilo e isso me possibilitava gravar meus arranjos exatamente como eu queria, egoísta né? kkkk.

Descobri que queria tocar gaita e cordas junto quando vi um show do John Hammond na TV, eu pensei: Pô, é isso que eu quero fazer! Eu só acrescentei o bumbo que tinha visto o Otávio Rocha usar uma vez no Jazz'n Blues.

Você observou um aspecto interessante. Eu só parei pra pensar nisso recentemente, que é o fato que eu sempre quis que isso fosse levado a sério, nunca quis ser excêntrico, não nego que sinto prazer em fazer algo original e em realizar algo que exija mais de mim tecnicamente, mas a idéia não é essa, meu foco é o som que se ouve. Se eu to pensando numa música, e para tocá-la eu preciso fazer determinada coisa, nada mais justo que tentar e tentar e tentar fazer. Eu toco assim por um resultado de vários fatores de minha vida e personalidade e não de um plano. Mas por muita sorte isso tem dado certo, as pessoas admiram a música nas minhas apresentações porque mexe com elas.

6)Pergunta do Bruno: Daonde veio a idéia da música Saudações? Uma de suas melhores em minha opinião.

Valeu. Eu tenho uma banda de musica brasileira (Banda Triangulista) onde tocamos clássicos de nossa música, mas também compomos, e num de nossos primeiros ensaios, em determinado momento começou aquela zona total, e nessa bagunça começamos a falar vários tipos de saudações. Eu vi naquela brincadeira uma música com todas as saudações, aí fui escrevendo uma por uma das que a gente falava, e a noite quando tava em casa fiz a música e letra.

7)Você faz parte da banda Andreas Kisser & Brasil Rock Stars, e nela dividiu palco com grandes artistas como Caetano Veloso, Lobão, Herbert Viana, Samuel Rosa, Nando Reis, entre outros, além de tocar em grandes casas como Via Funchau, Canecão. O que representa tudo isso para você e como encara o fato de tocar com um dos grandes guitarristas do mundo?

Antes de qualquer coisa eu considero o Andreas meu amigo. Tocar com ele representa um grande desafio, que a gente sempre consegue superar pela pessoa que o Andreas é. Nos conhecemos através do Wilson Galhardo, outro fanático por música, em 1998, numa jam que o Galhardo marcou com a banda que eu tocava, Pé Redondo, e o Andreas. Depois ele fez umas participações com a Irmandade do Blues e mais pra frente me chamou para a Brasil Rock Stars. Quando eu fui para a AKBRS eu não tinha idéia da revolução que seria na minha vida musical. Mas foi.

Nós temos muita afinidade musical, no Embromation Society eu também toco guitarra, e sempre aprendemos um com o outro. E como eu disse no começo, pela pessoa que o Andreas é isso tudo foi e é muito importante para mim e tenho certeza que para todos da banda e do público.

É claro que tocar com Caetano, e esses caras todos é muito da hora e importante individualmente, mas o Andreas é quem faz tudo isso acontecer.

8)Pergunta do Rodrigo Sampaio adaptada: Você esteve no Blues Etílicos entre 2003 e 2005, participou do álbum “Cor do Universo” que terá sempre lugar reservado na história da gaita nacional por contar com dois exímios gaitistas dividindo o estúdio. O que essa passagem acrescentou na sua carreira? O que você acha que acrescentou ao Blues Etílicos?

Quando me convidaram para entrar para a banda, os motivos eram de que eu era bom músico, que o Greg não queria cantar as músicas e que precisavam alguém que o fizesse. Como eu já tinha viajado bastante com a banda como substituto do Flávio desde 2001, e tínhamos um certo entrosamento, me fizeram o convite. A principio eu estranhei bastante os sons porque eu esperava um repertório bem Blues. Apesar de ter achado as musicas interessantes ainda fiquei com o pé atrás. Foi o mestre Bocato que me disse: “Vascooooo, a gente é músico mesmo, não pode ficar escolhendo muito, a gente vai lá e toca. Tem que acreditar nos sonhos dos outros também, não só nos seus, a banda é boa e tenho certeza que é importante para eles, senão não te chamariam”. E foi isso que me fez decidir a aceitar gravar o CD e entrar para a banda. Afinal a idéia inicial seria pra eu apenas cantar, e eu fiquei em dúvida por causa disso, afinal eu sem tocar gaita num show fico como peixe fora d'água.

Em relação à respeito, eu acredito que continuei a ser respeitado da mesma maneira que era antes de ser do Blues Etílicos, uma galera passou a me conhecer também, mas prefiro não revelar o motivo de minha saída porque não quero começar nenhuma discussão via entrevistas, mas posso dizer que eu não queria sair da banda, mas depois que saí em nenhum momento fiquei triste por isso. Acho que valeu a pena viver essa história.

9)Enquanto você esteve no Blues Etílicos teve o grande prazer de abrir um show do BB King. Como foi essa experiência e de alguma forma houve algum contato com o rei do blues? Você não teve vontade de roubar a Lucille(guitarra de BB King)?

Pô cara, o prazer foi grande, confesso que não lembrei que estava fazendo uma abertura de show quando vi as 15.000 pessoas que estavam presentes apesar da equipe de produção dele ser muito complicada. Pra ser franco não tive vontade de pegar a guitarra do Sr. Riley, se fosse o Buddy Guy certamente desejaria. Em São Paulo eu tive contato com o Sr. Riley, mas não cheguei a tirar foto com ele apesar de estar com a máquina na mão.

10)Como foi o contato com a Bends Harmônicas para se tornar endorser mesmo antes das gaitas estarem a venda? Quais as gaitas Bends que você já testou e o que achou delas?

Eu tinha ido conhecer o estande da Bends na feira(ExpoMusic 06), e semanas depois o Melk me ligou me convidando para uma sessão de fotos que seriam usadas para o site da Bends caso eu aceitasse ser endorser da Bends. Eu aceitei pelo simples fato do Melk transmitir confiança. N ão precisei conhecer a fábrica, nem precisei ser convencido de nada, nem me apaixonar pela idéia, mas antes disso, ele não fez promessas, apenas um convite, que eu aceitei de cara.

Eu estou testando uma Anima, e estou gostando muito.

Mas o principal que eu senti em relação à Bends, é que eles buscam, entre muitos objetivos, um objetivo muito em comum com os meus, o objetivo de construir um relacionamento que não seja unilateral.

11)No final de 2006 e início de 2007 você realizou alguns workshops de manutenção de harmônicas baseados nos ensinamentos do mestre Ulysses Cazallas. Como foi a procura pelos workshops? Quando teremos novos workshops como aqueles?

Conheci o mestre Ulysses Cazallas em 98 num encontro de gaitistas. Ele me passou o telefone dele e o valor do curso de manutenção. Eu esperava um momento ideal pra fazer o curso, quando resolvi fazer o CD “Blueseiros do Brasil, edição: gaitistas”. Nesse período o Ulysses me ligou e me ofereceu pra ir lá e fazer o curso sem custo, mas que teria que chegar na casa dele as 6:30 da manhã, kkkkkkkk. Bem, eu cheguei às 6:35, e nesse mesmo dia já o convidei para participar do CD. Assim começou nossa amizade.

A procura dos workshops tem sido muito boa, acho que será ainda maior a medida que a galera que fez o curso atingirem seus objetivos.

Espero manter uma seqüência, estou estudando qual a periodicidade ideal. Agora eu vou voltar a dar aulas em Santo André, organizarei vários cursos lá e divulgaremos aqui no Gaitablog com certeza.

12)Pergunta do Caio Kanjauscas: Daonde veio a idéia de fazer a genial versão em blues do clássico “Trem das Onze”?

Eu já tentava fazer isso com essa música há alguns anos quando em 99 eu tava no sofá de casa tentando novamente fazer uma versão Blues para Trem das 11 e Nanci minha esposa, chegou e me sugeriu: Porque você não coloca essa letra em cima daquela base de Blues famosa que você toca de vez em quando?

Aí eu falei: mas qual?
Ela me descreveu e eu reconheci, era a base de Hoochie Choochie Man.

Aí eu entendi o que ela tava me falando, mas mesmo assim hesitei em tentar a idéia, mas como ela insistiu, eu acabei tentando. E olha, do jeito que saiu de cara naquele dia é o jeito que eu toco até hoje, tamanha a sincronia entre a letra e a base, a única coisa que fiz foi apresentar uma à outra.

13)Quais são os discos que você está lançando? O Manoblues e o Good Fellings? Fale sobre eles. E o cd com o Adriano Grineberg, chega quando?

Bom, o CD Good Feelings da Irmandade, ta rolando bem legal, temos lançado no interior do estado, na capital, em programas de TV, ta bem legal. É um CD bem mais autoral que o Veneno. São 9 músicas autorais, e 5 versões. To gostando muito desse CD mesmo.

O CD Manoblues ta prontinho, só falta “tempo” pra lançar, kkkk, é uma pesquisa sobre o Blues do início das gravações. Delta Blues da pesada e algumas músicas minhas bem Bluesão e com participações do Andreas, do Adriano Grineberg, do Azeitona, do Theo Werneck e do Ivan Márcio.

O CD com o Adriano está pronto para ser lançado também, provavelmente sai esse semestre, é um tributo à Blind Lemmon Jefferson e Charley Patton, também Delta Blues da pesada, com direção artística de Helton Ribeiro, gravado ao vivo no Photozofia no começo de 2007, com piano de parede mesmo, muito legal, tem vídeo no youtube.

14)Pergunta do Enéias: Quais são suas pretensões para esse ano de 2007? Como você vê o Blues no Brasil?

Em 2007 trabalharei o lançamento do CD “Good Feelings”, me dedicarei ao grupo Andreas Kisser e Brasil Rock Stars, e ao grupo que formei com Andreas Kisser (Embromations Society), bem como pretendo lançar meu segundo CD solo, e o CD do duo com o Adriano Grineberg, que pra mim é o maior pianista e tecladista dentro do segmento Blues no país.

Eu vejo o Blues muito diferente aqui no Brasil do que era há dez anos atrás. Falando sobre mercado o Blues vive um momento muito frágil pois, com a possibilidade de qualquer pessoa gravar um CD e colocar a venda, muita coisa imatura foi lançada em meio à trabalhos de artistas profissionais. No geral quem comprou muito estoque de CD está com muita coisa encalhada, e não está com tanta disponibilidade para comprar CDs como há alguns anos. Por outro lado, o segmento hoje conta por sorte com mais do que apenas uma grande banda, com mais do que apenas um artista conhecido. A produção de boas bandas tem aumentado, e vejo que daqui a alguns anos o mercado que em 95, 96, 97 fervia, estará de volta ainda maior.

E se a produção de Blues em português chegar a algum resultado mais notório esse mercado poderá ser popular. O que eu acho que rola é que é uma linha muito tênue a que divide um Blues com pitadas de outros elementos, e outros estilos com pitadas de Blues e isso ainda atrapalha um pouco a assimilação do público sobre o que é Blues. Eu acho que enquanto cenário não popularizar, o Blues ta muito bem, e no caminho pra ficar melhor.

Vascão, agora eu gostaria de fazer algo inédito nas entrevistas do Gaitablog. Farei algumas perguntas no estilo Bate-Pronto. Você responde de forma direta conforme o que você admirar e que vier primeiro na cabeça.

Um gaitista: Howard Levy

Um cd de gaita: Trio Globo n. 2

Um site de gaita: www.gaitablog.zip.net

Um sonho realizado com a gaita: Era um sonho inconsciente. Ser músico!

Um sonho a ser realizado com a gaita: Poooo, vou ficar devendo essa , prefiro não mencionar meus sonhos. Mas valeu pelo interesse.

Um gaitista brasileiro que também toque gaita com outro instrumento: Hoje tem vários, quando comecei não tinha nenhum. Tem o Thiago C., o Serginho D. entre outros.

Muito obrigado pela entrevista Vasco, foi uma grande honra. Desejo Sucesso e saúde para você em nome de todos os visitantes do Gaitablog e Gaitanet.

Eu conheço o Vasco Faé faz pouco tempo, nos conhecemos no 1ºWorkshop de Manutenção realizado por ele em 2006. Gostei bastante do workshop e recomendo.
É claro que eu já conhecia seu trabalho há muito tempo(sou fã do disco Saudações)e há muito tempo eu desejava fazer essa entrevista. Eu tinha algumas curiosidades em relação ao seu trabalho e foi uma grande satisfação pessoal entrevista-lo. Ele foi gentil comigo em todos os momentos e isso sempre anima o entrevistador. Espero sinceramente que todos tenham gostado desse trabalho realizado pelo Gaitablog e espero que enviem suas críticas para continuarmos em busca de melhorias no site.

Obrigado a todos que leram essa entrevista.

Veja também a entrevista com Alberto Bertolazzi, pres. da Hering Harmônicas Clicando Aqui

Veja também a entrevista feita com Leandro Ferrari Clicando Aqui

Veja também a entrevista feita com Jefferson Gonçalves Clicando Aqui

Veja também a entrevista feita com Big Chico Clicando Aqui

Veja também nosso Bate-papo com Róbson Fernandes Clicando Aqui

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